A impressão 3D de metal se tornou uma indústria global multibilionária. Este método de fabricação aditiva irá perturbar muitos aspectos da indústria da construção e só continuará a crescer no futuro próximo. No entanto, a tecnologia não é única para todos. Assim como a impressão plástica, existem vários métodos diferentes, cada um com prós e contras.

Uma equipe do MIT revelou esta semana uma nova abordagem que prioriza a velocidade e escala de impressão (tamanho do objeto) em vez da resolução. Segundo relatos, o sistema pode imprimir grandes peças de alumínio “pelo menos 10 vezes mais rápido do que processos similares de fabricação de prototipagem rápida de metal”.

A impressão em metal líquido (LMP) usa esferas de vidro de 100 mícrons para formar uma estrutura na qual o alumínio fundido é depositado, um processo não muito diferente da moldagem por injeção. As contas de vidro são capazes de suportar altas temperaturas enquanto dissipam rapidamente o calor à medida que o metal solidifica.

Dado que o alumínio é classificado como um material “infinitamente reciclável”, a equipe por trás do trabalho prevê emparelhar esse sistema com uma máquina que derrete o metal até formar uma massa fundida. Tal combinação poderia ser inestimável em canteiros de obras, permitindo velocidades mais rápidas e objetos maiores a um custo menor.

Porém, há pelo menos uma grande ressalva: resolução. Como você pode ver pelas fotos, o produto final não é tão preciso quanto alguns outros métodos. Os objetos de metal resultantes são acidentados e acidentados, muito parecidos com os produtos de modelagem por deposição fundida (FDM) que extrudam o plástico camada por camada. É claro que o alumínio também pode ser moído, mas é provável que isso exija tempo e dinheiro adicionais, e a maioria das pessoas reluta em introduzir esse processo no processo.

"A impressão em metal líquido está realmente à frente da curva em termos da capacidade de produzir peças metálicas com geometrias personalizadas, mantendo resultados rápidos que muitas vezes não são possíveis com outras tecnologias de impressão ou conformação. Esta tecnologia definitivamente tem o potencial de revolucionar a forma como a impressão e conformação de metal são abordadas atualmente", disse Jaye Buchbinder da Emeco, uma empresa de móveis que financiou a pesquisa.