De acordo com notícias de 14 de dezembro, cientistas americanos apontaram recentemente que cães vadios perto do local do desastre nuclear de Chernobyl apresentavam imunidade à radiação, metais pesados e poluição.Os cientistas recolheram amostras de sangue de 116 cães vadios na zona de exclusão de Chernobyl e descobriram que as duas populações eram geneticamente significativamente diferentes dos cães vizinhos e tinham-se adaptado à exposição prolongada a ambientes tóxicos.
Esta descoberta não só ajuda a compreender o mecanismo de sobrevivência dos cães em ambientes agressivos, mas também fornece pistas para estudar o impacto da exposição a longo prazo a múltiplos perigos ambientais na saúde humana.
Estima-se que existam 900 cães vadios na área de quarentena, a maioria dos quais descendentes de animais de estimação deixados por residentes evacuados.
A equipe de pesquisa encontrou quase 400 loci genéticos anormais e 52 genes relacionados, que podem estar relacionados à exposição à poluição ambiental.
Além disso, lobos mutantes e pererecas orientais mostraram resiliência a ambientes tóxicos. Os cientistas esperam que estes estudos aprofundem a nossa compreensão de como os riscos ambientais afectam os seres humanos e explorem formas de mitigar os riscos para a saúde.