Na cerimónia de formatura da universidade, o presidente dos EUA, Trump, recomendou que os estudantes de gestão se juntassem a fábricas e oficinas para "mover tijolos e não pensar em especulação financeira todos os dias". Ele disse aos estudantes de administração para não usarem apenas seus talentos para especulação financeira, mas para usarem as excelentes habilidades que aprenderam e dominaram para se dedicarem à construção de novas fábricas, oficinas, estaleiros e até mesmo cidades que estão surgindo em todo o país. Basta fazer esforços reais, como forjar aço e despejar concreto, e não apenas construir uma carteira de investimentos forte.

O CEO da Apple, Cook, falou anteriormente sobre o retorno da fabricação do iPhone aos Estados Unidos. Não é impossível, mas depende da tecnologia dos “braços robóticos” atingir certa escala e precisão. “Quando esta tecnologia atingir os padrões comerciais, transferiremos a produção para os Estados Unidos”. Cook disse. Mais importante ainda, depois que a tecnologia atinge o padrão, a mão de obra ainda é indispensável. Esta também é a maior dor de cabeça da Apple.

Porque, de acordo com o Secretário do Comércio dos EUA, os trabalhadores americanos não estarão envolvidos em tarefas básicas de montagem, como aparafusar, mas servirão como técnicos em fábricas de motores e desfrutarão de cargos bem remunerados.

Porém, na visão de Cook, a Apple não está disposta a contratar um grande número de trabalhadores (nos Estados Unidos), acreditando que isso aumentará os riscos da empresa, portanto devolver a fabricação do iPhone aos Estados Unidos é uma proposta falsa, sem falar que a cadeia industrial de apoio à produção demorará muito para ser concluída.