Com a nomeação do novo CEO do Xbox, Asha Sharma, os apelos dos fãs para que o Xbox retorne aos exclusivos tornaram-se mais intensos. Asha Sharma já havia declarado publicamente que haverá discussões internas sobre o retorno à exclusividade. O desenvolvimento mais recente é Asha Sharma revelando que o Xbox deve ter conteúdo exclusivo. Mas, ao contrário do PS5, nem todos os jogos originais no Xbox são exclusivos, mas são seletivamente exclusivos, com jogos específicos analisados ​​caso a caso.

CEO do Xbox: Deve haver jogos exclusivos, análise detalhada de jogos específicos

A estratégia anterior da Microsoft de abrir mão da exclusividade alcançou resultados óbvios, com as vendas de jogos e as receitas trimestrais aumentando significativamente. Mas o hardware do Xbox é uma história diferente, e a ausência de jogos exclusivos enfraquece ainda mais a já precária posição da Microsoft no mercado de consoles.

Embora a gestão anterior tenha adotado uma estratégia multiplataforma maior e mais agressiva, o novo CEO Asha Sharma quer voltar à exclusividade, esperando usar a exclusividade para ajudar a fortalecer toda a plataforma.

Em entrevista à Bloomberg, Asha Sharma disse: "Acho que exclusividade é um tema desagradável. Veja, somos a segunda maior editora de jogos do mundo. Para ser uma boa editora, você tem que tornar seus jogos tão acessíveis ao maior número de jogadores quanto possível. Ao mesmo tempo, estamos nos tornando cada vez mais como uma plataforma, e para ser uma plataforma, você deve ter conteúdo e serviços exclusivos."

Contudo, não haverá exclusividade total e haverá uma triagem rigorosa e detalhada. Nem todos os jogos são adequados para uso exclusivo – como Minecraft ou Fallout 76 – mas séries originais com DNA central como Halo podem retornar aos exclusivos do Xbox.

Asha Sharma disse: “Estamos analisando a questão (exclusividade) com muito cuidado e acho que temos que considerar cuidadosamente cada trabalho e como queremos que ele seja visto e aprender com casos semelhantes na indústria, e é isso que estamos fazendo.”

De acordo com Sharma, a Microsoft opera atualmente um dos maiores negócios de videogames do mundo, com 20 franquias de jogos gerando pelo menos US$ 1 bilhão em receita vitalícia – algumas das quais, como Call of Duty, até ganham mais dinheiro do que o Universo Cinematográfico Marvel.