A manchete desta notícia parece ter sido escrita incorretamente, mas não é. O Walmart tem uma parceria única com a Unity. O objetivo desta cooperação é permitir que o Walmart ajude empresas de jogos que usam o mecanismo Unity a desenvolver jogos que permitam aos jogadores comprar itens da vida real vistos no jogo.
Por exemplo, um jogador está jogando um simulador de construção de casas e nele há um sofá que as pessoas gostam muito. Nessa hora, os jogadores vão pensar, seria ótimo se eu também tivesse um conjunto de sofás como este em casa. Após a cooperação, os jogadores podem facilmente comprar o mesmo sofá do jogo no Walmart. Isso aproximará o mundo virtual da vida real.
O Walmart já fez parceria com outras empresas em projetos semelhantes, e essa parceria com a Unity tornará seu impacto ainda maior e impulsionará ainda mais as vendas.
O responsável pela cooperação disse: “Conectamos o mundo físico e o mundo digital de uma forma única do Walmart, proporcionando aos clientes e membros uma experiência real e uma compra fácil. Ao abrir a API de negócios do Walmart para a comunidade de desenvolvimento Unity, oferecemos aos desenvolvedores novos mecanismos para promover ainda mais a participação do usuário, ao mesmo tempo que permitimos que os jogadores concluam transações de forma fácil e conveniente para a compra de produtos físicos em jogos, mundos virtuais ou APPs.
Este design parece ser melhor utilizado para vendas de periféricos. É claro que o Walmart não pode comprar a espada gigante agora, mas isso não significa que isso não será possível no futuro.
Então, novamente, os jogos não são uma forma de entretenimento usada para romper com o mundo real? Qual é o sentido de tentar conectá-lo ao mundo real agora?