Cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, transplantaram um fígado de porco geneticamente modificado para um corpo humano com morte cerebral e conseguiram filtrar o sangue com sucesso por 72 horas.Durante décadas, os cientistas têm experimentado métodos de transplante de órgãos de animais para humanos, também conhecidos como xenotransplante. Embora não tenha tido sucesso, isso ocorre porque o sistema imunológico do corpo rejeita órgãos estranhos.

Agora, os cientistas estão mais uma vez tentando usar órgãos de porcos para modificá-los geneticamente para se parecerem mais com “órgãos” humanos, como corações ou fígados.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia conectaram fígados de porco (modificados com edição genética) ao dispositivo OrganOx, que é usado para preservar fígados humanos doados antes do transplante.

Os pesquisadores acreditam que o fígado do porco tem um nível de complexidade diferente dos rins e do coração: ele filtra o sangue, remove resíduos e produz substâncias necessárias para outras funções do corpo. Existem atualmente mais de 10.000 pacientes nos Estados Unidos aguardando transplante de fígado, mas isso é quase indescritível.

Os pares da indústria também estão prestando muita atenção a este desenvolvimento.Acredita-se que este método de combinar edição e equipamento de suínos seja um passo importante para um tratamento melhor e mais eficaz de pacientes com insuficiência hepática.