A Food and Drug Administration dos EUA aprovou as vacinas COVID-19 recentemente formuladas da Pfizer e Moderna. Ao contrário das doses de reforço lançadas no passado, esta vacina não é feita com ingredientes da variante original do coronavírus que se espalhou em 2020. Segundo o New York Times, é uma vacina monovalente contra subvariantes ômicron, conforme recomendado pelo FDA em junho.
A nova vacina visa especificamente a variante omicron XBB.1.5, que se tornou a estirpe dominante do coronavírus em algumas partes dos Estados Unidos no inverno passado e está mais intimamente relacionada com EG.5, que agora representa 21,5% dos casos, de acordo com dados do CDC.
O gráfico mostra a prevalência de novas variantes do coronavírus com base nos dados do CDC relatados até agosto e estimados até setembro.
Embora o FDA tenha aprovado a vacina para pessoas com 12 anos ou mais, autorizou o uso emergencial da vacina para crianças de 6 meses a 11 anos de idade. Após esta atualização, os reforços anteriores da Moderna e da Pfizer não terão mais autorização para uso nos Estados Unidos.
A FDA observou que “espera-se que as vacinas mais recentes forneçam uma boa proteção contra a COVID-19 contra as variantes atualmente em circulação”, acrescentando que a “composição” da vacina pode precisar de ser atualizada anualmente, semelhante ao que vemos com as vacinas contra a gripe.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estão programados para discutir as recomendações de vacinas na terça-feira. Se o CDC emitir recomendações amanhã, uma vacina poderá estar disponível ao público até o final da semana.