Musk continuou a criticar o novo filme do diretor Nolan, "The Odyssey", nas redes sociais. Ele criticou Nolan por profanar "Odisséia" para a estatueta do Oscar. De acordo com o feedback dos internautas, a "Odisséia" de Nolan apresentava uma Helen negra, um Aquiles transgênero e uma Atena mestiça. Essa escalação de elenco obviamente pretendia ganhar o Oscar.

Musk postou nas plataformas sociais: “Nolan profanou ‘A Odisséia’ apenas para tornar o filme elegível ao Oscar”.

Mais tarde, ele questionou ainda: “Qual bastardo adicionou a mentira da DEI à seleção do Oscar? A única coisa que deve ser considerada para um filme é a sua qualidade”.

Musk também nomeou David Rubin, que atuou como presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de 2019 a 2022, apontando que foi sob sua liderança que a Academia lançou os "Padrões de Inclusão de Melhores Filmes" em 2020. Ele disse: "O que Rubin fez é tão vergonhoso. A única coisa que importa deve ser a qualidade do filme em si."

O cerne desta controvérsia vem da insatisfação dos internautas com a suspeita de "elenco diversificado e moderno" de "Odisséia". Musk encaminhou um longo artigo que foi amplamente divulgado nas plataformas sociais, no qual o Dr. Sydney Watson criticava a frequente “substituição racial” da história e mitologia europeias por Hollywood nos últimos anos:

A mídia Variety já confrontou Musk de longe:

Alguns meios de comunicação também criticaram a "Odisséia" de Nolan: não há um único grego no filme

