O CEO da Apple, Tim Cook, disse que a empresa não tem intenção de buscar uma licença para usar a tecnologia de detecção de oxigênio no sangue da Masimo em um esforço para acabar com a proibição de importação do Apple Watch. A Masimo está envolvida em litígios de patentes, que recentemente levaram à proibição da importação do Apple Watch equipado com sensor de oxigênio no sangue. A Apple optou por desativar o sensor para continuar as vendas, em vez de tomar quaisquer outras medidas.
O CEO da Apple, Tim Cook, disse em comunicado compartilhado com a CNBC Live que a Apple não tem intenção de licenciar as patentes da Masimo. Embora seja provável que isso tenha sido decidido há muito tempo, a empresa não o disse publicamente até agora.
"Estamos focados na atratividade. Mesmo sem um sensor de oxigênio no sangue, há muitos motivos para comprar este relógio", disse Cook em comunicado.
O Apple Watch Series 9 e o Apple Watch Ultra 2 ainda estão à venda nos Estados Unidos devido a uma proibição de importação emitida pela Comissão de Comércio Internacional dos EUA (ITC). Porém, esses modelos à venda possuem o sensor de oxigênio no sangue bloqueado por software.
Os modelos Apple Watch vendidos antes da proibição de importação entrar em vigor em 18 de janeiro de 2024 ainda têm a função de detecção de oxigênio no sangue. Embora a Apple ainda não tenha confirmado isso, parece provável que o recurso de detecção de oxigênio no sangue seja adicionado novamente por meio de uma atualização de software se a proibição de importação terminar.
O CEO da Masimo disse que a empresa está disposta a fazer um acordo com a Apple, mas nenhuma conversa ainda começou. Agora, a Apple claramente não tem intenção de negociar.