A CEO do X, Linda Yaccarino, disse na quinta-feira que a plataforma de mídia social removeu centenas de “contas afiliadas ao Hamas” e tomou medidas para remover ou sinalizar dezenas de milhares de conteúdos desde os ataques a Israel.


“Continuaremos a responder prontamente aos pedidos de aplicação da lei de todo o mundo, incluindo dos estados membros da UE”, disse ela num comunicado.

Uma carta ao Comissário da UE Breton foi publicada no X (antigo Twitter) na quarta-feira. Ele disse que havia indícios de que X estava sendo usado para espalhar conteúdo ilegal e informações falsas na UE.

A Lei dos Serviços Digitais (DSA), recentemente implementada, exige que grandes plataformas online, incluindo o Facebook da X e da Meta, removam conteúdos ilegais e tomem medidas para enfrentar os riscos para a segurança pública e o discurso civil.

Yacarino disse que X realocou recursos e reorientou as equipes internas em resposta à situação em rápida mudança, mas não especificou as mudanças. Ela acrescentou que a empresa de propriedade de Musk formou uma equipe de liderança logo após o ataque para avaliar a situação.

“Gostaríamos de reiterar que acolhemos com satisfação um maior envolvimento com você e sua equipe, incluindo reuniões, para abordar quaisquer preocupações específicas e esperamos receber mais detalhes aos quais possamos responder”, disse Yaccarino na carta a Brayton publicada no X.

A carta afirmava que

Breton emitiu um aviso semelhante ao Meta na quarta-feira, dando à empresa 24 horas para notificá-lo sobre as medidas que estava tomando para combater a disseminação de desinformação em sua plataforma após o ataque a Israel.