A importância dos semicondutores não precisa mais ser enfatizada. A fim de atrair fabricantes de chips para investirem em pesquisa e desenvolvimento, todos os países oferecem agora enormes subsídios, e o Japão não é exceção. O Japão costumava ser líder em chips semicondutores, especialmente em memória, memória flash e outros chips de armazenamento. Porém, depois da Elpida, a atual indústria de memória do Japão precisa contar com investimentos da fabricante americana Micron.O governo japonês anunciou recentemente que alocará 536 bilhões de ienes, equivalente a aproximadamente 25,9 bilhões de yuans, para apoiar a expansão da fábrica da Micron em Hiroshima.

Entre eles, 500 bilhões de ienes são usados ​​para a linha de produção e os outros 36 bilhões de ienes são usados ​​para financiar a pesquisa e o desenvolvimento da Micron da próxima geração de memória de alta velocidade e grande capacidade.

Para obter subsídios, a Micron investirá na construção de novas fábricas de chips no Japão até 2030, num total de 1,5 biliões de ienes, o que significa que 1/3 do investimento é subsidiado pelo governo japonês.

A razão pela qual o Japão fornece subsídios também é muito simples. 80% das matérias-primas utilizadas na produção local da Micron são produtos de fabricantes japoneses e também cultiva talentos locais.

Antes disso, o Japão forneceu duas rodadas de subsídios à Micron, e a rodada atual totalizará 700 bilhões de ienes.

Os subsídios japoneses não são apenas para chips de memória. A fábrica de Kumamoto construída pela TSMC no Japão também recebeu subsídios. A recém-criada empresa Rapidus nos últimos dois anos depende inteiramente do financiamento do governo japonês e planeja produzir em massa o processo de 2 nm em 2027.