De acordo com um relatório da Reuters de 7 de janeiro, horário local, a Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) adotou a diretiva da Administração Federal de Aviação dos EUA sobre as aeronaves de passageiros Boeing 737 MAX9. A Agência de Segurança da Aviação da União Europeia também destacou que nenhuma companhia aérea de um estado membro da UE “opera atualmente aeronaves com a configuração afetada”.

No dia 6, a Administração Federal de Aviação dos EUA ordenou o aterramento temporário de aeronaves de passageiros Boeing 737 MAX9 operadas pela American Airlines ou dentro dos Estados Unidos para realizar inspeções de segurança da aeronave. Esta diretriz de aeronavegabilidade de emergência afetará aproximadamente 171 aeronaves.

A Autoridade Britânica de Aviação Civil também anunciou que atualmente não há aeronaves Boeing 737 Max 9 registradas no Reino Unido, mas as aeronaves devem ser inspecionadas antes de entrarem no espaço aéreo britânico.

Um avião de passageiros Boeing 737 MAX9 da Alaska Airlines sofreu um acidente em pleno ar logo após decolar de Portland, nos EUA, no dia 5, e fez um pouso de emergência sem causar vítimas.

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