De acordo com relatórios da Bloomberg nos Estados Unidos e de Lianhe Zaobao em Singapura no dia 20, o Congresso dos EUA proibiu o Pentágono de comprar baterias produzidas por seis empresas chinesas, incluindo CATL e BYD. O relatório afirma que esta é uma tentativa dos Estados Unidos de “desacoplar” ainda mais a cadeia de abastecimento do Pentágono da China.

Segundo relatos, esta disposição faz parte da “Lei de Autorização de Defesa Nacional para o Ano Fiscal de 2024” aprovada em 22 de dezembro do ano passado. O Departamento de Defesa dos EUA será proibido de comprar baterias da CATL, BYD e quatro outras empresas chinesas a partir de outubro de 2027.


O relatório também afirmou que as compras comerciais das empresas dos EUA não serão afetadas pelas medidas relevantes. Por exemplo, a Ford utiliza tecnologia autorizada pela CATL para produzir baterias de veículos elétricos em Michigan; algumas baterias da Tesla também vêm da BYD.

De acordo com relatos da mídia, em 22 de dezembro do ano passado, a Casa Branca emitiu um comunicado afirmando que o presidente dos EUA, Biden, havia assinado a "Lei de Autorização de Defesa Nacional para o Ano Fiscal de 2024". O projeto cobriria US$ 886 bilhões em gastos, um aumento de US$ 28 bilhões em relação ao ano passado. As dotações são utilizadas principalmente para programas do Departamento de Defesa e construção militar, programas de segurança nacional do Departamento de Energia, Departamento de Estado e programas de inteligência, etc.