Em 10 de janeiro, horário local, o New York Times informou que a Suprema Corte dos EUA está acelerando a audiência de um projeto de lei envolvendo a venda forçada ou a proibição nacional da plataforma de mídia social de vídeos curtos TikTok, e pode tomar uma decisão já na próxima semana.

Segundo relatos, a Suprema Corte dos EUA ouviu argumentos orais na manhã do dia 10, horário local, sobre se a lei de “vender ou banir” do TikTok violava a Primeira Emenda da Constituição dos EUA. As duas partes no debate foram a TikTok Company e o Departamento de Justiça dos EUA.

Durante o debate, embora alguns juízes tenham expressado preocupações sobre o potencial conflito entre o projeto de lei e a Primeira Emenda da Constituição, a maioria dos juízes acreditava que a lei visava a propriedade do TikTok e não o conteúdo do seu discurso. Eles tendem a acreditar que a empresa temO relacionamento com a empresa-mãe da China, ByteDance, representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

Autoridades do governo dos EUA há muito usam a desculpa de que “a China pode usar o TikTok para coletar dados de usuários dos EUA e conduzir vigilância” para politizar as questões operacionais do TikTok. De acordo com uma lei aprovada pelo Congresso no ano passado, o TikTok precisa se separar de sua controladora, ByteDance, antes de 19 de janeiro, caso contrário enfrentará uma proibição abrangente.

No entanto, a TikTok, sua controladora Bytedance e muitos criadores de conteúdo disseram que a lei do Congresso contra a TikTok violava o direito à liberdade de expressão sob a Primeira Emenda da Constituição dos EUA e pediram ao tribunal que adiasse ou anulasse a lei.