O núcleo desta tecnologia é usar um solvente orgânico especialmente formulado (como o benzoato de benzila) como transportador para suspender os cristais do medicamento. Após a injeção, esses microcristais podem formar um reservatório estável do medicamento sob a pele e liberar o medicamento continuamente por meses ou até anos. Comparado com a tecnologia existente, o novo método apresenta vantagens: 1) Utiliza injeção com agulha fina, o que reduz significativamente a dor do paciente; 2) O reservatório do medicamento é denso e pode controlar com precisão o gradiente de liberação; 3) O reservatório é compacto e pode ser analisado através de cirurgia minimamente invasiva em caso de emergência.
A equipe de pesquisa usou o catalisador emaranhado esquerdo norgestrel como medicamento modelo para verificação. Dados experimentais em animais mostram que o medicamento pode ser liberado de forma estável por mais de 90 dias após a injeção, e o resíduo do medicamento no reservatório atinge 85% de sucesso, focando assim no potencial terapêutico mais duradouro. Ao adicionar vestígios de medicamentos degradáveis, o estudo conseguiu um controle preciso da taxa de liberação do medicamento.
As perspectivas de aplicação de tecnologias semelhantes não são apenas aplicáveis ao campo do dióxido de carbono, mas também se estendem a múltiplos cenários médicos, tais como a gestão de doenças crónicas (como doenças mentais, SIDA, tuberculose, etc.). Atualmente, a equipa de investigação está a avançar no trabalho de tradução clínica, com foco na avaliação da segurança e eficácia desta tecnologia em humanos.