A Universidade de Yale deu continuidade à iniciativa de Harvard no ano passado e anunciou que abriria mão de mensalidades para estudantes de graduação cuja renda familiar fosse inferior a US$ 200 mil por ano. A escola disse em comunicado na terça-feira que a política aprimorada de ajuda financeira garantirá que os alunos dessas famílias "recebam bolsas de estudo com base nas necessidades, que são suficientes para cobrir ou exceder o custo das mensalidades". De acordo com a nova política, que entrará em vigor no ano letivo de 2026-2027, todas as taxas previstas serão isentas para estudantes de famílias com bens modestos e rendimentos inferiores a 100.000 dólares.

A Universidade de Harvard, a mais antiga e mais rica instituição de ensino superior dos Estados Unidos, anunciou no ano passado que as propinas e as taxas de alojamento e alimentação seriam isentas para estudantes cujo rendimento familiar fosse de 100.000 dólares ou menos, enquanto aqueles cujo rendimento familiar não excedesse 200.000 dólares estariam isentos de propinas.
A mensalidade é normalmente o maior componente do custo de frequentar a faculdade. Além disso, suas famílias têm que pagar alimentação e acomodação, além de outras despesas como transporte e lavanderia.
“Sob esta nova política para famílias com um rendimento anual inferior a 200.000 dólares, mais de 80% dos residentes americanos serão elegíveis para se candidatarem a bolsas de estudo de Yale que possam pelo menos cobrir o custo das propinas”, disse a prestigiada escola em New Haven, Connecticut.