O Xbox Series S, que já foi apelidado de qualidade “lenta” dos jogos da próxima geração devido às suas limitações de desempenho, recebeu agora inesperadamente novas avaliações. A conhecida mídia de análise técnica Shumaoshe expressou recentemente a opinião de que este modelo de baixo desempenho de propriedade da Microsoft na verdade estabeleceu uma base importante para a portabilidade de jogos de terceiros para o Nintendo Switch 2.

Oliver Mackenzie, da Digital Foundry, explicou no último podcast que os desenvolvedores precisam fazer muitos compromissos e ajustes de qualidade de imagem e desempenho para fazer com que obras-primas AAA funcionem perfeitamente no Xbox Series S. Essas habilidades de otimização aprimoradas são altamente consistentes com o Switch 2, que possui características de hardware semelhantes.
Ele usou “Final Fantasy 7 Remake” como exemplo, ressaltando que as predefinições gráficas e configurações de desempenho usadas pela versão Switch 2 do jogo são muito próximas da versão Xbox Series S. A Digital Foundry até admitiu que muitas vezes se refere ao desempenho de um determinado jogo no Xbox Series S para estimar seu potencial de portabilidade para o Switch2.

No entanto, esta comparação não é absolutamente precisa. A Digital Foundry destacou ainda que o Switch2 está equipado com a tecnologia DLSS (Deep Learning Super Sampling) da NVIDIA, o que lhe traz vantagens. Embora o desempenho geral do hardware ainda seja mais fraco que o do Xbox Series S, com o suporte do DLSS, o Switch2 pode apresentar melhor qualidade de imagem em determinados cenários.
Por exemplo, ao comparar “Resident Evil: Requiem”, o Digital Foundry descobriu que a versão Switch 2 tem uma imagem mais nítida, enquanto a versão Xbox Series S pode rodar uma taxa de quadros mais alta e ter melhor suavidade.

O Xbox Series S há muito é considerado um “pesadelo” de desenvolvimento, mas suas “restrições” serviram objetivamente como um “campo de treinamento” para os desenvolvedores se adaptarem ao hardware de baixo custo.