Em meio à pressa para o lançamento do iPhone 15, surgiram dois relatórios na semana passada de que as agências do governo central da China começaram a proibir os funcionários de usar iPhones no trabalho e em ocasiões designadas. Agora, de acordo com a Bloomberg, a Casa Branca respondeu a essas proibições do iPhone pela China, chamando-as de “um ato inapropriado de retaliação”.
Este comentário veio do porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, John Kirby. Os comentários marcam a primeira vez que a Casa Branca responde a relatos de que a China proibiu as vendas do iPhone.
“Isso parece ser consistente com a retaliação agressiva e inadequada que vimos da República Popular da China contra empresas dos EUA no passado”, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby.
O Wall Street Journal informou pela primeira vez que as agências governamentais chinesas estavam proibindo os funcionários de usar iPhones e outros dispositivos de tecnologia estrangeira. A Bloomberg informou mais tarde que a proibição do iPhone seria expandida para mais agências governamentais em um futuro próximo.
Hoje cedo, o Ministério das Relações Exteriores da China rejeitou relatos de que agências governamentais estavam proibindo o uso de iPhones, enquanto o governo continuava a criticar a Apple e expressava preocupação com “a exposição massiva na mídia de incidentes de segurança relacionados aos telefones da Apple”.
A situação atual parece um pouco incerta. A Apple ainda não respondeu aos relatos de proibição das vendas do iPhone na China, e os comentários de Bryant esta tarde não reconheceram uma negação formal do assunto em uma entrevista coletiva do Ministério das Relações Exteriores da China esta manhã.