O presidente dos EUA, Donald Trump, entrou com uma nova versão de seu processo acusando o Wall Street Journal e sua controladora News Corp de difamação e pedindo US$ 10 bilhões em indenização. O caso envolve um artigo sobre seus supostos laços estreitos com Jeffrey Epstein, e uma queixa anterior foi rejeitada por um juiz.

A queixa alterada foi apresentada no tribunal federal da Flórida na noite de quarta-feira, cumprindo o prazo estabelecido por um juiz. O juiz rejeitou anteriormente a decisão, dizendo que não havia provas suficientes para provar que o relatório foi motivado por “malícia real” contra Trump, um padrão elevado estabelecido para processos por difamação contra figuras públicas.
Trump processou por causa de um relatório de julho de 2025. O relatório afirmava que, em 2003, ele enviou uma carta "obscena" de parabéns pelo aniversário ao financista Epstein, que mais tarde caiu em desgraça. O texto da carta de felicitações foi digitado dentro do contorno de um esboço de uma mulher nua, e a assinatura de Trump foi localizada nas partes íntimas femininas. O cartão terminava com: “Feliz aniversário – que cada dia seja um lindo segredo”. Trump afirmou repetidamente que a carta de felicitações era uma falsificação.
“Ao publicar os relatórios, os réus agiram sem levar em conta se as declarações difamatórias eram verdadeiras e/ou evitaram deliberadamente apurar a verdade”, disse o advogado de Trump, Alejandro Brito, na nova queixa.
A News Corp ainda não respondeu a um pedido de comentário.